10 fetiches femininos

Cercado de mistério, o termo “fetiche” vem da palavra francesa que significa “feitiço”. No Aurélio figura como “um desvio do interesse sexual para algumas partes do corpo do parceiro, para alguma função fisiológica ou para peças de vestuário, adorno, etc”. O polêmico Nelson Rodrigues dizia que toda mulher gosta de apanhar. Tatuados e bad boys continuam um hit no imaginário feminino, entre vários outros tipos de homem que despertam as fantasias. Conheça os dez fetiches mais quentes, de acordo com a mulherada.

A pegada

A famosa pegada. Não há quem a defina, mas todas as mulheres sabem o que é. A pegada é esta coisa de significado subjetivo, mas presente em todos os sonhos femininos. Não tem um jeito correto, mas uma coisa é certa: requer firmeza e segurança. “Saber chegar, juntar, apertar os botões certos, a famosa alquimia. É como ter samba no pé, ou um homem tem, ou não tem quem ensine”, diz a publicitária Mariana França. A chave aqui é atitude, olhar firme, abraço apertado e beijo quente. A fórmula não tem erro.

O homem cheiroso

Tem algo mais atraente que um pescoço perfumado? E cruzar no elevador com aquele homem cheiroso, desses que deixa você suspirando? Um homem perfumado, exalando um delicioso aroma, está entre as top 10 preferências femininas. Mas não é só um bom perfume que pode deixar uma mulher arrepiada. As secreções naturais também têm seu lugar no “olimpo” das sensações. Os feromônios, segundo cientistas, são substâncias que permitem o reconhecimento sexual dos indivíduos, atuando diretamente na estrutura cerebral responsável pelo processamento das emoções. Cheiro e tesão vão juntinhos!

Tatuados

Da prática milenar indígena aos samurais, dos guerreiros medievais aos presidiários e marinheiros do começo do século passado, os homens tatuados, ainda que marginalizados por muito tempo, sempre foram vistos como mais viris. Para os polinésios, por exemplo, as tatuagens masculinas marcam o rito de passagem de menino para homem. E hoje, muitas mulheres curtem homens tatuados, justamente por corroborarem com essa imagem de virilidade que elas adoram. Com o tempo, as tatuagens vão perdendo o estigma, mas não a fascinação que exercem sobre as mulheres.

Barba, cabelo e bigode

Na escala evolutiva, entre suas funções estão aquecer o rosto, intimidar inimigos e amortecer eventuais golpes. Com medo de que seus adversários pudessem fazer uso de um puxãozinho, Alexandre O Grande chegou a proibi-las. Ao longo da história, a barba já foi associada a status, sabedoria e honra. Entra e sai de moda, mas nunca deixa de atiçar a imaginação da mulherada. “Nada melhor do que o selvagem descuidado”, diz a especialista em marketing Patrícia Hamilton. Barbudos, a coisa é roçar. Afinal de contas, a ala feminina adora barba, cabelo e bigode!

Um tapinha não dói

“A gente fica nessa, mulher moderna, manda, trabalha, decide, mas, no fundo, a gente adora ser dominada”, diz a pedagoga Aline Lourenço. “Nem todas as mulheres gostam de apanhar, só as normais”, dizia o escritor Nelson Rodrigues. Que fique bem claro: estamos falando de uma palmadinha, não de violência doméstica. Quando o assunto é intimidade, parece que a máxima “um tapinha não dói” anda reinando nos fetiches femininos. Mais que refrão de funk carioca, um tapinha e certa dominação masculina fazem parte do jogo de sedução de muitos casais. Principalmente quando as palmadinhas são intercaladas com mordidinhas e muito carinho! Mas atenção: só se arrisque a essa prática se a gata der bandeira verde. Caso contrário, poderá azedar a transa. Respeite as preferências da sua parceira para que o sexo seja prazeroso para ambos!

Sorriso maroto

Ás vezes, o que não é dito é mais importante do que o que está explícito. Um sorriso maroto e um comentário safado funcionam como perfeitos disparadores do desejo sexual feminino. “Olho no olho também é super importante”, diz a funcionária pública Letícia Queiroz. A paquera, as preliminares e a sutileza também compõem a fantasia. Um pouco de malandragem, um pouquinho de maleficência e a dose certa de timidez fazem parte do fetiche se feitinhos na medida certa. A atenção aos detalhes é essencial. Às vezes, menos é mais.

Cavalheiro: afeto sem afetação

Parece contraditório, pois estamos falando de homens que mexem com as fantasias femininas. Porém, o verdadeiro gentleman também é para lá de erótico. Quem vai se esquecer de Robert Redford em “Proposta Indecente”? Até a oferta mais cara dura parece aceitável, se feita com elegância. A preocupação com o prazer alheio, a atenção à parceira e o carinho pós-ato são parte da cartilha dos bons costumes sexuais. Instintos primitivos são bem vindos no sexo. Mas, boas maneiras e um pouco de romance e refinamento também são estimulantes. Afinal, quem não gosta de ser bem tratada?

O proibidão, toda hora é hora

No restaurante, trabalho, na estrada, no parque, no cinema vazio, enfim… para a mulherada, toda hora é hora. “A idéia é transar na rua ou até mesmo no banheiro durante um jantar na casa de amigos. Vale em qualquer lugar”, defende a professora Juliana Amorim. “A criatividade na vida sexual é o ponto chave, o que significa deixar rolar desde as fantasias sexuais já conhecidas como explorar novas posições e lugares fora do comum”, explica a jornalista Juliana Dias. Então, que tal experimentar uma sessão de sexo em um lugar diferente ou proibido? Deixe a sua imaginação fluir. As mulheres adoram!

O bad boy

Seja impulso sexual puro, vontade de regenerá-lo ou uma preferência obscura pelo malfeitor, não dá para ignorar a atração que os tipos “bad boy” exercem sobre as mulheres. Basta evocar James Dean no clássico filme “Juventude Transviada” e lembrar daquele jovem de atitude desafiante e rebelde para cair de amores por um bad boy. Vilões de cinema, lutadores de UFC, líderes de gangues malvadas do bairro… eles e muitos outros são estereótipos de homens que deixam as mocinhas babando justamente por não serem “flor que se cheire”. Ou serão?

O intrépido explorador

Certos homens precisam de um GPS para achar o clitóris feminino e muitos acham o mapa excessivamente confuso, preferindo nem explorar essa zona. Mas, o cara que “se joga” sem medo de ser feliz é um sonho feminino. Muitas mulheres se queixam de terem o seu prazer ignorado entre quatro paredes, ou criticam o parceiro egoísta que “recebe, sem dar”. O verdadeiro “cair de boca” é visto também como um símbolo de virilidade. O homem que não tem medo de explorar a anatomia feminina pode ser um dos mais cobiçados pela mulherada.

1 comment

Deixe uma resposta

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *